domingo, 13 de dezembro de 2009

"Povo fala"... mas nem sempre diz alguma coisa!

Você está prestes a ver agora uma coisa que eu evitei ao máximo aqui no dgp: copiar textos de outros blogs e publicar aqui, falando alguma coisa em 3 ou 4 linhas pra justificar a presença deles nesse espaço. Isso eu fazia porque pensava, ou melhor, ainda penso que um blog pessoal é algo feito para você compartilhar suas ideias pessoais (o nome já diz tudo!). Se você gostou de alguma coisa na internet, deveria no máximo indicar o link e pronto, como se faz no Twitter. Mas, enquanto lia o blog dos repórteres da Record, no R7, mudei completamente de ideia. Mas não foi assim do nada! Já faz bem mais de um mês que eu li esse texto, mas só agora resolvi colocá-lo aqui (talvez pra ajudar a alcançar a minha meta de chegar a 100 posts antes de dar o "shutdown" aqui no blog... não fui eu quem inventou o sistema. Eu só sigo regras. Não me chame de interesseiro!!).

O texto em questão se chama "Povo fala, tarefinha complicada" e foi escrito pelo repórter Ogg Ibrahim, que é mais facilmente visto no "Domingo Espetacular". Pra quem não sabe, "povo fala" é aquela hora na reportagem em que o repórter (!!!) sai às ruas e entrevista as pessoas. Como todos os outros textos do blog dos repórteres da Record, esse mostra um pouco da "nada mole vida" dos jornalistas, mesmo os que trabalham nas grandes emissoras. O dgp nasceu pra isso: mostrar o que acontece no mundo da comunicação (tá, eu fujo desse assunto muito frequentemente, mas eu avisei com antecedência que faria isso! Você não leu a mensagem de boas vindas aqui do blog?!?!?!), então, lá vai o texto! (A imagem é por minha conta!!):



Povo fala, tarefinha complicada

Nosso dia-a-dia tem algumas coisas que realmente dão um trabalhão danado pra fazer. Quantas vezes já vi na redação uma colega repórter, super chique, chegando de tailleur e scarpin novo e receber uma pauta para cobrir enchente. Pense numa mulher chique de mau-humor! Mas a gente não consegue prever estas coisas. Por isso adotei uma tática: vou de sapato esporte e calça jeans, quase diariamente. Dependendo da pauta, saco meu “kit-repórter” no camarim, composto de terno completo, gravata e sapato social, e vou à luta. Muitas vezes é só a parte de cima social e a de baixo no estilo “churrasco de domingo”. E, de acordo com o assunto, a gravata também fica na gaveta. Vai só o paletó.


Mas não tem coisa mais chata pra gente fazer do que o tal do “povo-fala”. Já cansei de torcer e ver gente torcer o nariz quando o produtor coloca lá, na pauta:
- 14:00 entrevista com fulano de tal;
- 16h personagem
- 17:30 povo-fala (ai meu Deus!)


Pra quem não sabe o que é, “povo-fala” são as entrevistas que a gente faz na rua para perguntar para as pessoas que passam o que elas acham de um assunto que muitas vezes elas não têm o mínimo conhecimento. Pense você na Avenida Paulista, Às seis da tarde, aquela correria danada de gente que tá louca pra pegar o ônibus e ir embora. E aí chega um repórter para perguntar, por exemplo, sobre o que elas acham do Rio de Janeiro ter sido escolhido para ser a sede das Olimpíadas de 2016. Primeiro, nós temos que correr atrás dos entrevistados, porque nunca vi gente ter tanto medo de microfone na rua como algumas pessoas que cruzamos por aí. Às vezes, me sinto um assaltante, com uma metralhadora na mão, pronto para fuzilar alguém na calçada. Elas ficam driblando a gente como atacante num jogo decisivo do Campeonato Brasileiro. Mas sempre encontramos alguém disposto a falar (dos 354 que tentamos parar). Aí você pergunta:


- Voce acha que no lugar do Rio, São Paulo, por exemplo, poderia sediar as Olimpíadas de 2016 por ser uma cidade maior, com mais estrutura e que poderia dar mais segurança a equipes que vão disputar as provas?


- Não!


Ai você paira o microfone no ar, esperando que a resposta tenha uma continuidade para que possa ser usada. Silêncio sepulcral! Ai você lasca um “Por quê?”.


- Porque não!


Nova eternidade de silêncio. E quando você respira fundo para perguntar algo mais, a pessoa diz: “Olha, tô atrasada, tá?”. E vai embora.


Vamos lá tentar de novo. Novos dribles, novos “Agora não posso, tô com pressa!” e, duas horas depois para outra pessoa.


- Você acha que… (aí, antes que eu termine a pergunta…)


- Olha, eu queria falar que a Record precisa ir lá no meu bairro porque tem um buraco enorme na frente da minha casa que enche toda vez que chove. Inclusive caiu um elefante lá dentro e tão procurando até hoje. Blá blá blá…


Ou, senão, a resposta daquele caridoso cidadão que parou pra você é: “Desculpa, mas não estou a par do assunto”. Grrrrrrrrr!!!


Chega a ser engraçado, mas de cada 10 entrevistas que a gente faz, conseguimos aproveitar umas duas. Aí você chega na redação e o editor fala: “Nem vamos usar porque o tempo do VT tá curto”. Pensa num repórter com ataque de ira em plena redação. Mas só por dentro, pra não fazer barraco. Vou sugerir até para mudarem o nome disso. Devia chamar “povo-não fala”.


Mas deixando a ironia de lado, muitas vezes são essas opiniões, colhidas na rua, que dão vida à matéria. Afinal, é a opinião de quem nos assiste, de quem viveu a situação que abordamos, de quem tem algo de importante a falar. Obrigado a quem já parou para me dar entrevista na rua. Mesmo na pressa, na correria, ajudou a tornar meu trabalho melhor.


Originalmente publicado no dia 18/10/2009, no blog dos repórteres da Record (mas isso eu já disse, hehe)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A maldição da inclusão digital!

Tenho duas notícias, uma boa e outra ruim. Vamos à boa primeiro: os brasileiros estão entrando mais na internet. De acordo com dados de 2008 do IBGE, 41 milhões de brasileiros já nevegam nas ondas da World Wide Web (entre 2005 e 2008, o aumento foi de 75,3%, o que é, num país como o nosso, em que a desigualdade social é tão gritante, algo espantoso). E a má notícia: os brasileiros estão entrando mais na internet. Contraditório? Sem sombra de dúvida. Mas há uma razão para essa minha aparente incoerência: cada vez mais pessoas estão "colocando suas ideias em prática" e postando isso em algum site na web, para quem quiser ver.

A MTV Brasil tem um programa chamado "Fiz na MTV", que é uma seção de vídeos feitos pelos telespectadores e postos no ar, durante toda a semana. Como a propaganda do programa (?!) diz, agora qualquer um com uma câmera na mão pode fazer materiais de qualidade e mostrar ao mundo. Isso é fato. O problema é que essa facilidade está fazendo alguns "diretores muito criativos" saírem de suas tocas, nos expondo às suas ideias malucas e seus vídeos que são toscos até a espinha dorsal.

Certo, eu já falei sobre isso aqui no blog por duas vezes (deu pra notar que eu gosto de falar nisso, né?!). Inclusive, num desses posts eu "elogiei" bastante (até parece) a Stéfhany "Cross Fox" e suas produções caseiras, dignas de exibição no churrascão de fim de ano na casa daquele tio mala e cheio da grana, pois só se distraindo com a comida pra poder prestar atenção em alguém que repete de dois em dois minutos "eu sou absoluta". Seria isso "auto afirmação"?! Não importa, mas o fato é que, depois da Stéfhany, muitos outros vídeos de "candidatos a cantor" começaram a pipocar na internet, como no caso da Ximbica, que você conheceu aqui (e que, diga-se de passagem, é bem melhor que a Stéfhany e a - vão me bater por causa disso, mas, tô nem aí - Lady Gaga (que vai ganhar um post só dela aqui no dgp em breve!).

Mas, quem achava que essas músicas "descaradamente copiadas" de outras e cheias de "eu me achismos" estavam restritas às mulheres, está redondamente enganado. Parece que a facilidade de acesso à internet e de gravar qualquer coisa em qualquer aparelho (graças à já citada inclusão digital) criou uma nova vertente musical, que, agora, também está sendo seguida por homens. Sim, homens, que também estão fazendo suas versões de "Eu sou Stéfhany"... é, isso mesmo que você leu. Meio assustador, não?! O pior de tudo: se você achava que a Stéfhany reinava sozinha na categoria "sou tosco e me orgulho disso", é hora de pensar de novo.

Dois representantes me chamaram a atenção. Um se chama Maxwel (indicação da Cecília), que resolveu "enfrentar" a menina do Cross Fox com um Rolls Royce. Porém, algo não mudou: a mania de se achar. Enquanto a Stéfhany diz que é linda e absoluta, Maxwell afirma (que fique claro: ele é quem diz!) que é "rico e bonito" (ele diz que tem várias mulheres, mas, vendo o vídeo, dá pra duvidar dessa afirmação...). Mas aí tem um outro detalhe. A qualidade técnica do vídeo desse cara é muito melhor que o da "Cross Fox girl", assim como o da Ximbica também é (se você tiver coragem de assistir o vídeo do cara, repare nos takes do carro em movimento... tá bom demais pra ser caseiro). Se você já acompanha minha campanha (?!?!?!?) para "destronar" a Stéfhany, deve ter imaginado, "pronto, ele vai colocar o vídeo desse cara aqui". Não, dessa vez não. A Ximbica entrou aqui porque é melhor que a piauiense (#fato). Mas daí a colocar outro "razoável" seria um pouco demais. Por isso, vamos jogar os holofotes em outra pessoa...

O nome dele: Eric Augusto. Além do óbvio fato de sermos quase xarás (sim, é com "x"... algum problema?!), ele tem algo que nenhum outro, até esse momento, conseguiu: ele é RUIM, mas MUITO RUIM. Tão RUIM que chega ser extremamente engraçado. O pior de tudo: ele deve ser a única pessoa no mundo que conseguiu fazer um segundo clipe MUITO PIOR que o primeiro. Sim, ele regrediu!! Uma pessoa assim merece um pouco da sua atenção. Por isso, deixemos o Maxwel e aquele outro corinthiano (esse fez uma música chamada "No meu fuscão"... imagina em quem ele se baseou...). Agora, com vocês, a prova de que a inclusão digital não é lá tão boa quanto parece ser (ouviu, Maxwell?!?!?)... Eric "eu também tenho um Cross Fox e sou tão absoluto quanto a Stéfhany" Augusto (para seu deleite, vou postar os dois vídeos dele aqui... veja se eu não tenho razão!):

Primeiro, o "bom" (defina "bom"...), "Versão Masculina da musica Eu Sou Stefhany (No Meu Cross Fox)", nas palavras do "diretor" do vídeo, feito para um trabalho de produção multimídia, Gabriel k Cicchelli... quanto terá sido a nota que ele ganhou?!?!



Agora, o campeão da categoria "Ritmo? Compasso certo?! O que são essas coisas? São de comer?!", "Bonito ou feio", versão "Ericdiana" de "Black or White", do Michael Jackson. Ainda bem que o outro estava valendo nota e esse não... assista pra entender o motivo disso (tente não enlouquecer e não abaixar o volume do alto falante ou do seu fone de ouvido!)



Preciso dizer mais alguma coisa?!?!? Será que a humanidade sobrevive a tantos Erics, Ximbicas, Maxwels e Stéfhanys?!?! Ou será que os Maias estavam prevendo que essas coisas iriam dominar a internet em 2012, causando a destruição do planeta?!?!? Só o tempo dirá... tsc tsc... bendita inclusão digital... (tô sendo irônico!)

P.S.: pra encerrar de vez esse assunto, está aqui, para quem ainda não viu, o link do "Escolha seu Nerd", do grupo "Os Seminovos", que ganhou o VMB 2009, na categoria "web hit.".. até que os caras não são ruins...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Tem "cospobre" até na tv brasileira!!

"Cospobres" do Sonic... tosco é apelido!
Fonte: SEGA Nerds Brasil

Cosplay, segundo a Wikipedia, "é abreviação de costume play ou ainda costume roleplay (ambos do inglês) que podem traduzir-se por "jogo de disfarces" ou "jogo de fantasias" (...), para referir-se a atividade lúdica praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens e que consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de algum personagem real, concreto ou abstrato, (...) acompanhado da tentativa de interpretá-los [ou parecer com eles] na medida do possível."

Existe ainda, uma outra vertente, a "cospobre", que é mais ou menos a mesma coisa que o "cosplay", só que com pouco ou nenhum orçamento, o que obriga o "candidato a cosplayer" a se virar como pode, tornando sempre a situação hilária (dá uma olhada na foto que ilustra esse post).

Mas aí você me pergunta: tá, e daí?! Bem... ultimamente, o que andamos vendo na tv brasileira é um verdadeiro show de cosplayers, com programas copiando fórmulas prontas no mundo todo, sem pedir permissão e se achando "donos" desse ou daquele formato "usurpado" da TV estrangeira, com direito a "ressentimentos" daqueles que os copiam...

Recentemente, aconteceu no Twitter uma dessa "briguinhas de cumadre", entre um "cosplayer" e um "cospobre", ou melhor dizendo, entre Luciano Huck e Homero Sales, por conta de um punhado de formatos de atrações. Enquanto Gugu apresentava a entrega da reforma de um caminhão, o apresentador da Globo ficou "alfinetando" a concorrência (alguns comentários meio ácidos demais). Após o fim do programa, Homero Sales, diretor do programa da Record, rebateu todas as afirmações de Huck... só faltou chamar de bonito.

Mas qual era a bronca, afinal?! Simples. Huck se acha o "pai" desses quadros de reforma de casa/carro, por conta de seus quadros "Lar Doce Lar" e "Lata Velha". Para ele, os outros programas que também fazem isso, como o "Programa do Gugu", o "Domingo Legal" e até o "Pânico", estão copiando suas "ideias originais". O que o marido da Angélica esquece é que nem seus quadros são 100% originais, já que a tv americana apresenta, a muito mais tempo, programas nessa mesma linha, como o "Extreme Makeover", de construção de casas; e o "Pimp my Ride", de reforma de carros. Além disso, os quadros do Huck não são licenciados dos originais, o que também caracteriza uma cópia.

Mas o que raios os "cospobres" têm a ver com essa ladainha toda? Bem... nada, mas a metáfora vale: enquanto Luciano Huck pode ser considerado o "cosplayer" dessa patacoada, graças a todo o orçamento e visibilidade que a Vênus Platinda oferece a ele, as outras emissoras ficam com os papéis de "cospobres" nessa história, já que as cópias são, digamos, estranhas. É como uma xerox da xerox. É inegável que a qualidade e o dinamismo das cópias do Huck são muito superiores que as dos outros. (sim, tô elogiando a Globo, mas ainda luto pelo "lado Record da força"!!)

Mas, pensando melhor, todos esses "copiões" da tv brasileira não passam de "cospobres", com um pouquinho mais de dinheiro que o normal, já que no Brasil, como já é tradicão, a qualidade vai se denegrindo com o tempo. Ou então, o dinamismo dos originais é jogado pela janela, como no caso do Gugu e suas reformas que duram tanto quanto uma partida de futebol (no metade da matéria você já dormiu!).

O ideal seria que nenhum programa daqui tentasse bancar o "cosplayer espertalhão". A originalidade está indo pelo ralo de uma maneira tão rápida que já não dá mais pra dizer "esse é original e esse é a cópia". No caso dos cosplayers, mesmo os muito bem feitos, ainda dá pra notar que não passam de versões (o que, convenhamos, é óbvio pra caramba!). O mesmo deveria se aplicar à nossa TV. Na ância de mostrar serviço, se equiparando ou tentando superar o original, os produtores dos programas se perdem um pouco e, mesmo com todo o orçamento do mundo, acabam se tornando só uma "cópia engraçadinha", como são os "cospobres".

Por isso, vamos colocar fim à duas coisas: à mente "cospobrística" e àquela frase do Chacrinha, "na tv nada se cria, tudo se copia". Só assim pra podermos começar a falar em qualidade!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

"A tal da Stéfhany a Ximbica enterrou..."

Antes que o "dgCAST" se torne para o dgp o que "A Fazenda" é para a Record, vou começar os posts de fim de ano, já que, ora veja só, o ano está acabando... e este blog também. Mas essa já é um outra história. Na hora certa eu a conto!

Pois bem, há algum tempo atrás, fomos apresentados à Stéfhany "Crossfox", uma piauiense que pegou uma música da cantora Vanessa Carlton e fez sua própria versão, em que saia pra passear no seu carro (emprestado) e dizia que era/é absoluta. Na época, o vídeo da música que ela postou no Youtube fez um sucesso assustador, se tornando um dos mais vistos no país. Esse sucesso todo levou a garota à televisão, onde acabou ficando mais conhecida ainda. Além disso, os shows dela saíram do Piauí e ganharam o país... isso quando ela aparececia (os "fãs" alagoanos estão esperando por ela até hoje...).

Depois de sua conturbada participação no programa "Esquadrão da moda", do SBT (com direito à pérola: "Você é de áries?", pergunta o maquiador. "Não, sou do Piauí", responde a "atenta" cantora), a menina sumiu. Nem a "nova" música que apareceu no Youtube sendo creditada à ela é dela mesmo (pra quem ainda acha que Blush Blush é dela, esqueça... a voz que você ouve é de uma outra cantora, que fez aquilo pra dar uma ideia à piauiense...). Por onde anda, então, a menina do Crossfox?

Bem... enterrada à sete palmos abaixo do chão do estúdio de uma nova cantora, que surgiu pra colocar a Stéfhany em seu devido lugar. Ximbica (sim, Ximbica) é seu nome... Ela surgiu como personagem numa série feita para a internet, feita com base no jogo "The Sims 3", chamada "Tandy" (muito legal, por sinal). Nem seus criadores poderiam prever o tamanho do sucesso que a "cantora/atriz/modelo" faria, o que a fez ganhar vida própria, ofuscando a série onde nasceu.

Mas o que Ximbica e Stéfhany têm de diferente, já que as duas nasceram na internet, fazem versões de músicas famosas e ficam se gabando por serem (sic) muito bonitas, (sic) absolutas, (sic) irresistíveis, etc etc? A diferença está na parte técnica: enquanto a piauiense conta apenas com uma câmera caseira e o salão de festas do condomínio onde mora para gravar seus clipes, a Ximbica (que raio de nome, hein?!) tem uma estrutura muito melhor, quase profissional. Além disso, enquanto Stéfhany muda a letra e a melodia das músicas dos outros, Ximbica (¬¬) só muda a letra, mantendo a melodia original. Talvez aí esteja a explicação do sucesso que ela anda fazendo entre os viciados em The Sims e o resto do público, já que as músicas desta se tornam facilmente reconhecíveis... ou confundidas com as originais.

Mesmo que, na minha opinião, ambas estejam num grau de tosquice sem tamanho, Ximbica leva uma certa vantagem, já que suas músicas, além de já serem conhecidas, tem um ritmo até que bacaninha. Por isso, podemos dizer que a piauiense ganhou uma adversária à altura... e com uma boca tão estranha quanto... [medo].

Para aqueles que nunca viram nada da Ximbica (sério que você nunca viu?!?!?), aqui está o clipe de uma de suas músicas: "Ximbication" (?!?!?), baseada/copiada de "Celebration", da Madonna (a cópia ficou mais legal que o original... #prontofalei):



Tente esquecer a letra agora!!